O coração tem que sangrar, livrar-se de correntes do subconsciênte através de clichês da expressão vomitada de palavras não ditas que acorrentam a alma.
Quero livrar-me do que não é meu, dessa dor do coração que sustenta sentimentos torpes.
E as palavras corriqueiramente aflitas, ao perderem forças, morrem na praia.
Aceito a imperfeição, que seja bem vinda, em contrapartida ao nosso "eumismo" perfeito.Minhas palavras não calarão, porém, destilarei o positivo deitando meu veneno no lixo, porque as palavras não se perdem no ar - simplismente retornam em forma de realizações.


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