Minha realidade se restringe à quem?
A caracterização dos meus pensamentos que projeta minhas inconstantes e atordoadas atitudes impulsivas, à quem deveria eu prestar contas?
Se meus erros mais caros se submetem as intimidades do meu subconciente e me lançam nas correntes mais profundas de minha singela e frágil existência.....
Em torno desse enredo que entrelaça minhas estratégias pensantes, devo então me preocupar com o quê?Com o superficial onde os olhos podem me julgar, ou apenas a minha consciência interligada às leis do meu coração?
Quem está disposto a viver meus sonhos senão eu?e morrer por eles também?
Quem está disposto a ser feliz por mim?Seriam os olhos que me julgam?Afinal, quem sabe o que é certo pra mim?
Há apenas algo que me importa, seria então a isso ao que deveria ceder?- Pois, renderia ao que desprezo por quê?
À essa força superior que me rege e me gorverna...Ès a única razão.

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